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Mostrando postagens com o rótulo Entrevista

LIVE VIDA DE ARTISTA

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A 18ª edição da Live de Artista, criada pelo multiartista Jô Ribeiro tem como convidada de hoe, segunda-feira, 13 de julho, a cantora e compositora Bella Schineider, a partir das 22h30.

Hoje, no programa Revista Difusora, da Rádio Frei Caneca, entrevista com a artista plástica Bárbara Collier

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A partir das 16hs, você tem a Revista Difusora, na Rádio Frei Caneca, 101.5, sob o comando de Patrick Torquato. São três horas de uma programação que traz, no seu bojo, o que há de melhor da produção musical, não só da cidade mas do país inteiro.  E a partir das 17hs,  Manoel Constantino, na Coluna Papo de Artista, conversa com a artista plástica Bárbara Collier, numa entrevista que trata do lançamento do livro SPA DAS ARTES: memória, legitimação e afeto, resultado da pesquisa de mestrado. O lançamento ocorre, hoje, 20, a partir das 19h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães - MAMAM, com entrada franca. E ainda conta com uma mesa redonda que reunirá João Roberto Peixe (ex-secretário de Cultura da Cidade do Recife) e Bruna Pedrosa (coordenadora da 10ª edição do SPA) e Oriana Duarte (artista plástica). A obra terá distribuição gratuita. M anoel Constantino entrevista Bárbara Collier, na coluna Papo de Artista,  no programa Revista Difusora, na Frei Cane...

Entrevista

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           Isaar Por Jaciana Sobrinho Fotos: Divulgação  Filha de uma família apaixonada por música e dona de uma voz marcante, para Isaar, o caminho entre as participações nas manifestações culturais do Recife e a carreira artística foi algo tão natural que ela nem se considerava artista. A cantora e compositora integrou a banda Comadre Fulozinha. Também participou do projeto DJ Dolores & Orquestra Santa Massa, e do DJ Dolores & Aparelhagem, do qual era cantora principal e coautora de inúmeras músicas. Em 2006, uma faixa do disco Azul claro foi selecionada para compor a Coletânea World 2006 (BBC de Londres), na qual o Brasil foi representado por duas músicas: a de Isaar e outra de Gal Costa. Com mais de 15 anos de carreira e três discos da carreira solo, prepara-se para mostrar seu mais recente trabalho – Todo calor – no sudeste e sul brasileiros e também na Europa. Ela conta tudo isso na entrevis...

Cézar Maia

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Por: Anax Botelho Fotos: Thays Monteiro Desde o ícone Baile Perfumado , a história da sétima arte em Pernambuco se faz presente no cotidiano de curtas e longas produções, até festivais renomados. Nomes como Tatuagem , Febre do Rato , O Som ao Redor , estão na lista dos destaques mais recentes. Outro longa, o documentário Corbiniano , sobre o artista plástico do Recife, também teve recentemente seu nome escrito no cinema Pernambucano. Em conversa com o cineasta Cézar Maia, que produziu recentemente o longa, a Agenda Cultural pôde conferir sua relação com o cinema, seus projetos e opiniões. Agenda Cultural: Como teve início sua história no cinema? Cézar Maia: Curto cinema há muitos anos, desde minha adolescência. Sempre fui cinéfilo e sempre tive o cinema como minha maior diversão. Com o passar do tempo, fui me interessando cada vez mais pela Sétima Arte, a ponto de fazer cursos práticos e teóricos sobre o assunto. Não há um início na minha história com o cinema. Desde o pr...

Wilfred Gadêlha

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Por: Anax Botelho Foto: Roberta Menezes Desde a origem do Black Sabbath, em 1968 , na Inglaterra, o heavy metal conquistou o mundo. Em cada região, o gênero teve características singulares, que fizeram desse estilo musical um dos mais populares. Movimentos como o new wave of british heavy metal e o black metal norueguês contribuíram para o heavy metal e tiveram suas histórias registradas em documentários e livros. No Brasil, a cena heavy metal ganhou destaque no Estado de Minas Gerais, com bandas como Sarcófago , Sepultura e outras. Em Pernambuco, o metal, como é simplesmente chamado pelos fãs, tem sua origem na década de 1980, mas apenas em 2014 ganhou um livro contando sua história, o Pesado – Origem e consolidação do metal em Pernambuco , do escritor, jornalista e músico Wilfred Gadêlha.

Por trás das cortinas: Mônica Lira, um pássaro que sabe voar

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Mônica Lira. Foto: Ricardo Labastier Por Manoel Constantino Nascida em Fernando Noronha, uma ilha paradisíaca e convivendo com poesia da natureza, Mônica Lira, hoje coreógrafa, fez da dança a sua fonte de vida e inspiração para mergulhar no mar da criação sem medo. A coragem e determinação são características de quem sabe que é preciso navegar e descobrir sempre novos territórios.  A garota que viveu algum tempo ilhada criou asas, abriu horizontes e em 2014 comemora 20 anos de labuta e arte com sua companhia de dança, o Grupo Experimental, tendo a certeza que novos desafios virão e que o espírito da dança viverá sempre alimentando seus sonhos para ser possível transformar a realidade. Manoel Constantino – O Grupo Experimental comemora 20 anos. Como foi o começo de Mônica Lira? E quais foram os estímulos que a levaram ao mundo da dança como a principal atividade da sua vida? Mônica Lira - Comecei a dançar com sete anos, mas só depois dos 12 é que realmente me dedi...

Por trás das cortinas: Totem, o teatro performático e resistente como as grandes árvores frutíferas

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Fred Nascimento e Lau Veríssimo. Foto: Uirá Veríssimo Por Manoel Constantino Em agosto de 1988 nascia uma companhia, um grupo de teatro inquieto, buscador de linguagens, sem medo de rupturas, disposto a questionar e conversar com o tradicional, mas abrindo os olhos para o presente, para o homem contemporâneo sem sentimentos de culpas. Na horizontalidade, onde a criação pertence a todos do grupo. Hoje, o Totem comemora 25 anos e a Agenda Cultural do Recife tem o prazer de entrevistar Fred Nascimento, o artista-semente dessa longa e frutífera jornada que ao lado de Lau Veríssimo mantêm viva a chama e a paixão pelas as artes cênicas. Manoel Constantino - Há 25 anos o Totem percorre um caminho quase solitário quando falamos de um teatro performático aqui em Pernambuco. Como foi o processo para chegar a este caminho? Silência por Claudia Rangel IV. Foto: Divulgação Fred Nascimento - Já fomos mais solitários, com o passar dos anos, tem surgido artistas e grupos que pisam...

Reyson Santos, um jovem comediante, atrevido, que sabe brilhar!

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Desde muito jovem, Reyson Santos buscou o mundo do teatro, estudando aqui e acolá, foi colhendo frutos, pisando nos palcos da cidade e, apaixonado pela comédia popular, pela sátira, foi trançando o seu caminho. Paralelamente, descobre que o ator tem ser um empreendedor no Nordeste. Vai para a academia, colher suportes e ferramentas enquanto constrói sua carreira. De repente, vestindo uma personagem, descobre novos caminhos, inclusive o canto e a música brega. Conheçam os caminhos de Reyson Santos, aqui e agora.   Manoel Constantino - Já são 14 anos de estrada. Do começo até o momento atual, como artista, quais foram as maiores lições? Reyson Santos - Não tenho como falar da formação artística sem falar da minha formação enquanto ser humano. Cresci no teatro e amadureci como pessoa vivenciando o coletivo, a partilha, as dificuldades e as alegrias que o teatro nos dá. O teatro é generoso mas, é preciso que haja dentro da gente a paixão verdadeira e fé. Ao decorrer dos a...

Entrevista: Belo Xis

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Texto e fotos: Gianfrancesco Mello Belo Xis Filho de sambistas, o samba é o ritmo que sempre guiou a vida do cantor e compositor Antônio José de Santana, popularmente conhecido como Belo Xis. Este ano, ele comemora 40 anos dedicados à música. Belo Xis é o puxador oficial da escola Gigante do Samba, da Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife, e faz parte da ala de compositores da Unidos da Tijuca, no Rio de Janeiro. Tem 12 CDs gravados e já tocou com grandes nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Leci Brandão e Chico Silva. Influenciado também pelas músicas de Luiz Gonzaga, o artista conversou com o repórter Gianfrancesco Mello sobre o seu histórico profissional até o sucesso atual e ainda sobre o Dia Nacional do Samba, que é comemorado no dia 2 de dezembro. Agenda Cultural – Como começou sua paixão pelo samba? Belo Xis – Fui criado no meio do samba. Meus pais e meus tios eram todos sambistas. Eu morava na Rua Santo Moreira, no Cordeiro, e lá o meu pai – nos fin...

Por trás das cortinas: Alexsandro da Silva

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Foto: Divulgação DO ENCANTAMENTO DAS LETRAS AO PICADEIRO DO CIRCO Por Manoel Constantino É gratificante saber que um garoto aos 10 anos criou, com um grupo de amigos, uma revista para poder contar as aventuras de um menino e seus amigos, fazendo tudo a mão, textos e desenhos e, já com uma noção de empreendedorismo, vendia cópias mimeografadas, para os outros colegas de classe da escola onde estudava. O encantamento da literatura já fazia os seus efeitos. Logo depois veio a magia do teatro, do circo e da dança. Conheça um pouco da trajetória de Alexsandro da Silva, um artista, um buscador do riso.   Manoel Constantino – De Araripina para o Recife. Da graduação em Letras para as artes cênicas. Como foi esta trajetória que o levou a mergulhar no mundo dos encantamentos que o é teatro, dança e o circo? Alexsandro da Silva - Meu primeiro contato com a arte foi com a literatura, sempre gostei muito de ler. E foi através da paixão pela leitura que comecei a escrever...

Por trás das cortinas - Manuel Carlos, paixão: expressão legítima do teatro

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Manuel Carlos. Fotos: Rodrigo Moreira Os grandes mestres já diziam que o teatro não é um terreno baldio, daí ser necessária a paixão, a disciplina, o comprometimento, a entrega e a sinceridade, além do talento e plena disposição para o estudo permanente. Saber que no teatro, somos sempre aprendizes. Com Manuel Carlos o teatro é como sua própria respiração. Ator, adereçista, cenógrafo, figurinista, ao longo de sua trajetória ele vem pontuado sua atuação com a musculatura da paixão e a busca incessante pelo belo. Manoel Constantino – Sua história nas artes cênicas, me parece, tem início com o curso de formação do ator, da UFPE e, ao mesmo tempo, você era estudante do Instituto de Teologia do Recife. O sagrado e o profano fazendo parede da sua história. Como você descobriu a sua face artística? Manuel Carlos - Na verdade, minha historia artística teve inicio nos anos setenta no vilarejo Zumbi, no município de Alagoa Grande, região brejeira da Paraíba, aonde nasci. ...

Por trás das cortinas: Jeison Wallace

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Fotos: Divulgação Por Manoel Constantino A arte, na Grécia Antiga, era representada por duas máscaras: a da tragédia e a máscara da comédia. Enquanto a tragédia trata dos homens superiores (no conceito grego da época), a comédia nos falas dos homens inferiores (pessoas comuns da pólis ), conforme o filósofo Aristóteles, em sua Arte Poética. Nos festivais gregos, o júri das peças trágicas era formado por pessoas da nobreza enquanto o júri das comédias era formado por pessoas sorteadas da platéia. Então, qual a importância da comédia? Com as peças cômicas havia a possibilidade democrática de satirizar a todo tipo de ideia e, assim como hoje, ninguém ficava a salvo de ser alvo das críticas e até mesmo os Deuses não eram poupados. Hoje a comédia tem seu espaço garantido nos teatros e nos vários meios de comunicação e sua forma crítica passeia por várias esferas, desde a política a esfera social, sendo consumida por um grande público consumidor. Por trás das cortinas entrevista ...

Por trás das cortinas: A multiplicidade criativa de Java Araújo

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Foto: Divulgação Por Manoel Constantino A timidez não o impediu de deixar-se encantar pelo teatro na igreja do seu bairro, nem tão pouco o medo o impediu de arriscar-se e integra-se ao grupo de teatro atuante da Mustardinha, o Teamu. A partir de então a aventura de Java Araújo foi criando asas e sua imaginação fértil dava impulsos suficientes para transformar-se num dos diretores de artes do teatro no Recife mais procurado. Design, não se sente tolhido ao abraçar diversos projetos, de diferentes diretores, muito pelo contrário, sente-se desafiado e diz, com a certeza de quem ama o que faz que o teatro é a sua casa. Manoel Constantino – Como aconteceu o seu encontro com o teatro? Java Araújo - Meu primeiro contato com o teatro aconteceu na Mustardinha, bairro onde cresci. Era muito tímido e resolvi me aventurar no grupo de teatro da igreja. Nesta época, eu já desenhava. Depois, me chamaram para integrar o TEAMU (Teatro Mustardinha), que era um grupo de teatro d...

Bate-papo com Thiago Pethit

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Foto: Divulgação Após turn ê por diversas capitais, cantor paulistano se apresenta no Festival de Inverno de Garanhuns e no Downtown Pub, no Recife Lançado em 2012, o álbum "Estrela Decadente" dá nome também para a nova tour do cantor e compositor paulistano Thiago Pethit. Sua estreia foi em Recife, em setembro do ano passado e após passar por diversas outras capitais, o show retorna aos palcos pernambucanos.  Integrando a programação do Festival de Inverno de Garanhuns, o cantor se apresenta hoje, às 20h30, no Palco Pop, no Parque Euclides Dourado com entrada gratuita. E amanhã (27), às 20h, Pethit se apresenta no Downtown Pub, com ingressos à venda antecipadamente por R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira) pelo site www.sympla.com.br . Confira a seguir uma rápida conversa da Agenda Cultural do Recife com o artista: Agenda Cultural - Como tem sido a recepção ao seu trabalho pelo público pernambucano? Thiago Pethit - O público pernambucan...