O Natal apaixonante do Recife
A natureza tem seus mistérios e, um
deles, são as chuvas do verão ou como diziam os mais antigos dos interiores do
nordeste: as chuvas das mangas e dos cajus. É a permanente renovação da
natureza prodigiosa e, como em dezembro o mundo inteiro comemora o nascimento
do Cristo, cremos que também podemos, enquanto seres humanos, fazer
constantemente o processo de renovação em vários aspectos, praticando ações que
ampliem e favoreçam a vida humana. O que custa exercitar a solidariedade, a
justiça, o companheirismo, a lealdade, enfim o pleno exercício do amor?
Acreditamos que cada habitante do Recife
pode ou poderia exercitar o pleno exercício do amor, sem demagogia, cuidando um
pouco mais da cidade, de suas ruas, dos seus rios, praças e do imenso mar que
nos banha, evitando jogar lixo nos canais, nas ruas e avenidas. Preservando a
natureza nas encostas dos morros, cada um fazendo a sua parte, inclusive
ensinado as nossas crianças o quanto é importante viver numa cidade limpa, sempre
em busca por melhores dias, teremos 360 dias mais vivos. Cremos que assim
teremos um Natal apaixonante no Recife.
Para que Recife viva um pleno Natal, a
Prefeitura traz para a população e turistas, um Ciclo Natalino que tem como
base a fauna e a flora brasileira, a exemplo da grande árvore de Natal no Parque
de Dona Lindu, inspirada nos flamboyants que encontramos espalhados pela
cidade.
Valorizando a tradição, muito forte no Nordeste,
será homenageado o presépio vivo dos Irmãos Valença, com 148 anos, encenado
pela primeira vez em 1865, no sítio da família Valença, na Madalena, com
apresentações na Praça da Várzea e no Sítio Trindade.
Além disso, a prefeitura aumentou de 18
para 30 polos para apresentações de reisados, pastoris, mamulengos e
cavalos-marinhos para alegrar mais ainda o Recife.
É com este sentimento de participação e
vivência solidária que desejamos aos nossos leitores, aos recifenses e aos
nossos turistas um Ano Novo cheio de sonhos possíveis.
Manoel
Constantino
Editor
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