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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Rádio Frei Caneca inicia veiculação de programa em homenagem ao dia do Frevo

Uma transmissão inteiramente dedicada ao mais pernambucano dos ritmos será o tom do ‘Difusora’, programa inédito que vai ao ar amanhã, a partir das 18h, na rádio Frei Caneca (105.5 FM)  e que será uma revista cultural diária sobre a cena cultural da cidade do Recife.  A partir de então, o Difusora irá ao ar diariamente entre 18h e 19h de segunda a sexta com transmissões ao vivo direto dos estúdios da Frei Caneca, que funcionam no Paço do Frevo. Este será o primeiro programa da rádio, que desde junho de 2016, veicula programação musical com enfoque na produção local.

Na programação de amanhã, os radialistas e apresentadores Patrick Torquato e Nice Lima buscam explorar as nuances do frevo em suas variadas vertentes: dança, pesquisa, música e literatura. Para a estreia em ritmo de folia, os entrevistados serão o jornalista e crítico de música José Teles, que lança biografia sobre Claudionor Germano; a pesquisadora da Secretaria de Cultura do Recife e especialista em frevo e Carnaval, Carmen Lélis; o compositor de clássicos de rua, Jota Michiles e a bailarina e professora de frevo Inaê Silva.

Segundo Patrick Torquato, gerente da Rádio Frei Caneca, o Difusora trará sempre a agenda da cidade e entrevistas, além de participações ao vivo com músicos realizando performances. Até o Carnaval, entretanto, os programas serão mais focados na temática dos festejos de Momo. “O Difusora inicia os processos de microfone aberto, que irão culminar com as transmissões ao vivo dos shows do Marco Zero, comentários  e cobertura com flashes ao vivo”, pontua.

Quem quiser entrar em contato com a emissora para oferecer sugestões de matérias ou entrevistados ou participações de projetos musicais  pode fazê-lo pelo perfil da Frei Caneca no FaceBook - https://www.facebook.com/freicanecafmdorecife. A apresentação do programa será alternada entre os dois apresentadores. Para ouvir na rádio, o ouvinte deve ajustar o dial na FM 101.5 em na Internet, a emissora está disponível no http://www.freicanecafm.org/


A Frei Caneca - Criada há 56 anos, a rádio pública foi ao ar pela primeira vez em junho de 2016. Sendo uma emissora da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a Frei Caneca FM, ainda contribuirá diretamente com a cena cultural da cidade por meio de apoio para a divulgação de eventos de música, audiovisual, literatura, cultura popular, artes cênicas e artes visuais.

*Informações Ascom PCR

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Edição de Julho no ar!


Confira a edição nº 252 da Agenda Cultural do Recife. No PDF, você pode conferir a programação cultural da Cidade do Recife e matérias sobre música, teatro, moda, artesanato, entre outras novidades do mês.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Novidade: versão impressa da Agenda está disponível na internet

Olá, leitor,

A partir desta edição de agosto, quando a Agenda Cultural do Recife celebra duas décadas de existência, a revista apresenta mais uma novidade: sua edição impressa totalmente disponível neste blog. Basta clicar na capa da edição (localizada ao lado direito da página) e você poderá conferir todas as reportagens, entrevistas e programação cultural de cada mês do Recife presentes na publicação.

Confira essa histórica edição de agosto que traz uma matéria sobre os 20 anos da Agenda Cultural, entrevista com o escritor Sidney Rocha, reportagem de moda com a Soslyo, visita ao bairro do Prado, além de bastante dicas, no link  Agenda Cultural - On line .

Faça o download, imprima e compartilhe nas redes sociais. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Editorial - Nas férias, o melhor é alimentar a vida com arte

Os meses de junho e julho são considerados bem especiais para o recifense, visto que uma das maiores festas populares é realizada em junho, o ciclo junino que envolve crianças e adultos numa grande confraternização aconchegante. Já em julho, que é considerado como um mês para relaxar, gozar férias, nada melhor do que alimentar esse tempo com arte.
Neste mês de julho buscamos um olhar muito especial para as artes visuais, sobre obras de arte que encontramos em Igrejas Católicas da cidade, bem como fizemos um passeio por museus e espaços culturais para saber sobre a interatividade que hoje acontece nesses lugares considerados guardiões da nossa história e vitrine para novas expressões. Ainda indicamos as exposições que acontecem na Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, com a exposição Arte Política Tempos Dispersos de Resistência. E o que é melhor, você pode assistir a vários documentários sobre o período. 

Já na Caixa Cultural você vai vivenciar o reino de Gilvan Samico, um dos mais importantes artistas pernambucanos e na Galeria Vicente do Rego Monteiro, podemos comprovar o talento de Paulo Meira, reunido no conjunto de obras em vídeo. Obviamente que tais indicações são apenas uma mostra do que podemos encontrar da produção das artes visuais da cidade.

terça-feira, 1 de julho de 2014

UMA ESTRELA NORDESTINA

Peço licença aos leitores da Agenda Cultural do Recife para dedicar este editorial dos 20 anos do nosso informativo cultural ao mestre Ariano Suassuana, do qual fui aluno na UFPE, na cadeira de estética. Como aplaudir uma estrela nordestina? Creio eu que a poesia de Ariano Suassuna nos diz mais do que palavras que eu possa dizer para homenageá-lo.

Diante de mim, as malhas amarelas
do Mundo, onça castanha e desmedida.
No campo rubro, a Asna azul da vida:
à cruz de azul, o Mal desmantela.

Mas a Prata sem sol destas moedas
pertuba a Cruz e as Rosas mal partidas.
E a Marca negra, esquerda, inesquecida,
corta a Prata das folhas e fivelas.

E enquanto o Fogo clama, à Pedra rija,
que até o fim serei desnorteado,
que aqui no Pardo cego desespera,
o Cavalo castanho, na cornija,
tenta alçar-se, nas asas, ao Sagrado,
ladrando entre as Esfinges e a Pantera.

Caro Mestre Ariano, agradecido pelos ensinamentos e sua delicadeza.

Manoel Constantino

editor

quarta-feira, 23 de abril de 2014

35 anos da Fundação de Cultura Cidade do Recife

Por: Anax Botelho

Este mês a Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), responsável por inúmeras atividades culturais, entre elas, os ciclos comemorativos (Carnaval, São João, Natal etc.), a publicação desta Agenda Cultural, entre outras iniciativas, completa 35 anos de história e dedicação à vida cultural do Recife. Fundada através da Lei n. 13.535, de 23 de abril de 1979, a Fundação de Cultura, vinculada à Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife, tem como principais objetivos exercer, desenvolver e incentivar a política cultural do Recife, bem como fortalecer o sentimento de cidadania e preservar o patrimônio cultural.

Marcelo Varela. Foto: Anax Botelho
A história da Fundação de Cultura relaciona-se com as histórias das pessoas e da Cidade. Atividade profissional e cultura dividem espaço com projetos de vida, amadurecimento profissional e vivências intelectuais e culturais. “A FCCR chegou na hora certa, no momento certo. O movimento cultural da Cidade estava parado, não tinha mais Carnaval, São João e Natal com movimentação popular. Em 1979, o Recife começou a ganhar um novo prumo – a valorização do artista popular, do artista erudito, clássico, tudo isso fez com que a Cidade começasse a respirar novamente”, relata o Assessor Técnico Marcelo Varela há 35 anos na Fundação. Buscando contemplar todas as artes produzidas no Recife, a FCCR participou de uma mudança na vida da Cidade. “O Recife passou a ter um Carnaval com participação, a ter um movimento cultural mais intenso, os espaços foram divinamente ocupados – como o Pátio de São Pedro e a Praça de Boa Viagem”, diz Marcelo.

Maria das Graças. Foto: Roberta Menezes
Para produzir seu trabalho na vida cultural da Capital Pernambucana, a Fundação de Cultura tem como personagens seus funcionários, que com o passar dos anos se tornaram fundamentais na história da instituição. “Eu aprendi a trabalhar na FCCR. Entrei com 17 anos de idade, e estou com 52. Foi meu primeiro emprego e estou até hoje”, relata a Assistente Administrativa Maria das Graças Xavier, funcionária desde a criação.




Sued Silva. Foto: Roberta Menezes
“Aquele cidadão que se esbalda na Semana Pré-Carnavalesca e voa nas asas do Galo nos quatro dias de Carnaval (ô coisa boa!), que gosta de apreciar e, mais ainda, de ouvir o batuque que faz vibrar a alma quando o maracatu passa na avenida ou, se preferir, o suave estalido da cantiga marcante do arco e flecha dos caboclinhos, que brinca no boi e na la ursa, não imagina o batalhão de profissionais e das muitas horas de trabalho que demandam a produção de um evento que precisa ser um espetáculo!”, afirma Norma Baracho, funcionária desde 1979, atualmente na Gerência de Literatura e Editoração. Para Sued Silva, atualmente no setor de Serviço do Patrimônio, funcionário desde a fundação da instituição, o que mais o marcou nos 35 anos foi a evolução da cultura. “A evolução do Carnaval, do São João, dos trabalhos aos quais a FCCR tem se dedicado... A maior experiência é ver a evolução da produção que a Fundação tem empreendido em todos os eventos”, finaliza.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Carnaval 2014 – A história de um povo

A memória afetiva, o imaginário coletivo e a transmissão oral de uma tradição de um povo podem ser aferidos quando mergulhamos nas suas festas, sejam elas sagradas ou profanas.

O jeito de ser de um povo diz tantas coisas que as pessoas que possuem certa sensibilidade podem desencantar ou se encantar para sempre.

O Recife tem esse tal jeito de ser, de encantar as pessoas que aqui aportam. E são tantas as maneiras de sedução que o povo recifense possui que é justo proclamar que o carnaval é a nossa festa mais simbólica e mais viva tanto que dela nasceu o Frevo. A frevância. O frever.

Com toda a licença poética que nos permitimos, o Recife é este caldeirão de alegria, é esta ciranda que nos faz girar de mãos dadas, são os passos do frevo que carimba nossa identidade e nos faz ser do mundo.

Por isso, a Prefeitura do Recife preparou e fez crescer o carnaval de 2014 de tal forma que os visitantes e os recifenses podem se espalhar por todos os lugares da cidade: são 63 polos de folia, abrangendo o centro da cidade, 13 bairros, 29 polos comunitários e três focos só para as nossas crianças, além de oito corredores da folia.

O Frevo agora é do mundo. E temos certeza que os recifenses enfim, todos os pernambucanos, podem e devem se sentir cidadãos e cidadãs do mundo, visto que a musicalidade do frevo, com todas as suas variantes, cativaram e abraçaram a humanidade, em cores, em gestos e principalmente com um dos ingredientes que alimenta e nos faz ser mais humanos, mais solidários: a alegria.

Manoel Constantino
editor

sábado, 1 de fevereiro de 2014

A alegria foi decretada, no Recife já é Carnaval

Um Carnaval misturado, com origens européias, africanas e indígenas, faz do Recife, a capital brasileira da alegria. Não é à toa que tudo começa muito antes do sábado de Zé Pereira, quando inúmeras agremiações, blocos, maracatus, escolas de samba, afoxés, grupos percussivos promovem suas prévias e assim a cidade começa a brilhar com a energia que chega à cabeça e acaba no pé. O frevo é de fato pernambucano e ninguém consegue ficar parado.

Nada mais justo então que o grande homenageado seja o multiartista Antonio Carlos Nóbrega e o próprio Frevo, hoje um bem imaterial da humanidade, título conquistado junto à Unesco. Assim sendo, tudo a partir de fevereiro é motivo para brincar ainda que a data oficial seja, neste ano, em primeiro de março.  E como o carnaval é muito contagiante, às vezes, basta uma brincadeira, uma piada, um pequeno punhado de gente junto para que surja um bloco no bairro, na rua e até mesmo numa roda de amigos, numa mesa de bar.

O recifense é assim: abre as portas para que a alegria tome conta da vida até que a ingrata quarta-feira de cinzas faça soar os sinos, avisando ao Rei Momo que é hora de partir.

A Agenda Cultural do Recife, para que todos possam logo começar a brincar com humor, fantasiado e com rostos pintados traz inúmeras dicas de prévias promovidas por blocos e clubes sociais.

Não há muitas palavras para definir o quanto o carnaval do Recife encanta. A única coisa a dizer é: venha viver e sentir a alegria que explode por toda a cidade, na festa mais democrática do planeta Terra.

Manoel Constantino.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

De janeiro a janeiro, Recife é sempre arte

Dar início a um novo ciclo sempre exigirá de cada um de nós a compreensão do passado para poder construir um presente vivo, apaixonante, propulsor e que nos leve a gerar frutos sadios e criativos, para que possamos olhar o amanhã, um possível futuro, sentindo o sabor de que sempre poderemos realizar e fazer o melhor de nós para o mundo. É com este sentimento de que o mundo precisa de uma construção mais coletiva, voltada para o bem comum, que a equipe da Agenda Cultural do Recife e, acreditamos que também todo o servidor da Prefeitura do Recife deseja um 2014 brilhante, colhedor e acolhedor.

E como é tempo de férias, é tempo também de estabelecer metas e objetivos para o ano que agora começa e nada melhor do que arejar as nossas cabeças com arte e Recife oferece inúmeras opções para que possamos nos deixar envolver por emoções e sentimentos que nos elevem positivamente. Daí, depois de uma boa dose de arte, a exemplo dos espetáculos de teatro, dança e música que vocês podem curtir no Janeiro de Grandes Espetáculos, poderemos mais sensíveis traçar e planejar um ano vivo e saudável, cheio de realizações e boas colheitas.

Para quem gosta de quietude que tal fazer uma agenda cheia de descobertas visitando as nossas bibliotecas com seus acervos fantásticos, a exemplo do Gabinete Português de Leitura?

Ou quem sabe fazer um exercício de olhares, criando a sua própria turnê por galerias e museus do Recife e Olinda?

Outra sugestão é aproveitar o período de férias e mergulhar de cabeça nos diversos cursos de arte que os vários espaços culturais oferecem. Existem cursos de dança de salão, de desenho e pintura, de teatro ou quem sabe seja à hora de começar a aprender a tocar algum instrumento musical?

Basta, como já dissemos criar as metas e objetivos, abusando da criatividade e porque não, de certa dose de ousadia para acelerar 2014 com o gosto de quero mais.

Manoel Constantino
Editor

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O Natal apaixonante do Recife

A natureza tem seus mistérios e, um deles, são as chuvas do verão ou como diziam os mais antigos dos interiores do nordeste: as chuvas das mangas e dos cajus. É a permanente renovação da natureza prodigiosa e, como em dezembro o mundo inteiro comemora o nascimento do Cristo, cremos que também podemos, enquanto seres humanos, fazer constantemente o processo de renovação em vários aspectos, praticando ações que ampliem e favoreçam a vida humana. O que custa exercitar a solidariedade, a justiça, o companheirismo, a lealdade, enfim o pleno exercício do amor?

Acreditamos que cada habitante do Recife pode ou poderia exercitar o pleno exercício do amor, sem demagogia, cuidando um pouco mais da cidade, de suas ruas, dos seus rios, praças e do imenso mar que nos banha, evitando jogar lixo nos canais, nas ruas e avenidas. Preservando a natureza nas encostas dos morros, cada um fazendo a sua parte, inclusive ensinado as nossas crianças o quanto é importante viver numa cidade limpa, sempre em busca por melhores dias, teremos 360 dias mais vivos. Cremos que assim teremos um Natal apaixonante no Recife.

Para que Recife viva um pleno Natal, a Prefeitura traz para a população e turistas, um Ciclo Natalino que tem como base a fauna e a flora brasileira, a exemplo da grande árvore de Natal no Parque de Dona Lindu, inspirada nos flamboyants que encontramos espalhados pela cidade.

Valorizando a tradição, muito forte no Nordeste, será homenageado o presépio vivo dos Irmãos Valença, com 148 anos, encenado pela primeira vez em 1865, no sítio da família Valença, na Madalena, com apresentações na Praça da Várzea e no Sítio Trindade.
Além disso, a prefeitura aumentou de 18 para 30 polos para apresentações de reisados, pastoris, mamulengos e cavalos-marinhos para alegrar mais ainda o Recife.

É com este sentimento de participação e vivência solidária que desejamos aos nossos leitores, aos recifenses e aos nossos turistas um Ano Novo cheio de sonhos possíveis.

Manoel Constantino

Editor

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Recife ilumina os artistas plásticos e teatreiros

Os registros que demonstram a sensibilidade do homem ao observar o mundo ao seu redor é fato comprovado e nos emociona quando nos detemos nas pinturas rupestres das cavernas na Serra da Capivara, no Piauí, ou mais próximo de nós, no Vale do Catimbau que abrange os municípios pernambucanos de Buíque, Ibimirim e Tupanatinga. Ou ainda quando mergulhamos na história do teatro brasileiro quando os jesuítas utilizaram a dança e o teatro como instrumentos de catequese no Colégio de Olinda, fundado em 1551.

Quando o Recife recebe artistas plásticos e teatreiros do Brasil inteiro, neste mês de novembro, mais uma vez nos sentimos impelidos a refletir o quanto é importante a expressão artística de um povo na construção da cidadania e de sua identidade enquanto nação. Isto porque acreditamos que a arte é ou deveria ser um símbolo inerente aos sentimentos de liberdade e pertencimento.

Aqui, sob o sol brilhante da cidade, teremos a oportunidade de abrir os nossos olhares deixando o coração pulsar feliz diante de uma performance de artistas visuais ou, num repente, sentir uma onda de arrepios tomando o nosso corpo, numa provocação direta de uma história contada no palco.

O Spa das Artes, em sua 11ª edição, acontece entre os dias três e nove, em diferentes espaços da cidade e mostra que está consolidado como um evento voltado para a arte experimental  do País, buscando propostas artísticas inovadoras e diálogos críticos sobre a produção artística, através de ações formativas, bate-papos, palestras, espaços de convivência e oficinas.

Já o 16º Festival Recife de Teatro Nacional, reúne 16 espetáculos oriundos de Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Sul e do nosso Estado. A partir do dia 22 e encerrando no dia 1º de dezembro, os palcos dos teatros de Santa de Isabel, Apolo, Barreto Júnior, Marco Camarotti, Luiz Mendonça, Hermilo Borba Filho, Espaço Fiandeiros, estarão com suas cortinas abertas para receber os artistas cênicos com suas propostas e histórias de encantamento. Além dos teatros, teremos espetáculos na Bomba do Hemetério, no Coque e no Sítio da Trindade.

Como já diziam os mais antigos vamos deixar os nossos olhos verem para que nossos corações possam pulsar mais, desta feita, de alegria e contentamento.

Manoel Constantino

editor

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Editorial: Recife respira música e dança

Por Manoel Constantino

A musicalidade que Recife exala e cria já ultrapassou fronteiras internacionais, mas o que nos deixa ainda mais felizes é poder ter acesso à produção local e aos shows e concertos de inúmeros artistas que por aqui aportam todos os meses do ano, deixando-nos antenados com o que há de bom no mercado musical.

Neste mês de outubro, Recife recebe no Centro Cultural Correios o projeto Duos-Música Instrumental Brasileira que, além de inovador, desafia os artistas a construírem uma harmonia musical, sem acordes ensaiados e que privilegiem a música brasileira. Já o projeto No Ar Coquetel Molotov comemora a 10ª edição em grande estilo. O festival tornou-se referência nacional por trazer nomes consolidados e atuais da música internacional e dar espaço para as novidades do cenário independente do país. Além disso, o Coquetel conta com sessões de filmes e debates sobre a cultura em geral.

Os amantes do jazz e do blues terão a oportunidade de assistir, na Praça do Arsenal, o Recife Blues e Jazz Festival.  O evento faz uma conexão dos dois estilos musicais entre o Brasil e os Estados Unidos. E para fechar com chave de ouro a nossa agenda musical do mês de outubro, o Parque Dona Lindu recebe no final do mês, o Festival frevo da Humanidade.


Já os nossos teatros estarão com suas portas abertas para receber o Festival Internacional de Dança do Recife, que contará também com oficinas descentralizadas para iniciantes e profissionais, assim como palestras de interesse geral para os que se dedicam à dança. Também serão oferecidas apresentações gratuitas ao ar livre em diversas comunidades, tendo o Morro da Conceição como palco da abertura do evento. O 18º FIDR é uma realização da Prefeitura do Recife/Fundação de Cultura Cidade do Recife. Enquanto isso as nossas crianças poderão comemorar o mês que lhes é dedicado vivenciando o Festival de Música para crianças e a mostra de teatro Infantil.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Editorial: Recife encantada

Encantada, Recife nos convida à paixão. Ainda que as estações não sejam bem definidas no Brasil, a primavera na nossa cidade também é revelada e dá para perceber a natureza nos avisando que a estação das flores e a renovação da fauna fazem-se presentes aos nossos olhos e que a partir do dia 22 de setembro entramos na metade clara do ano, pois a luz começa a crescer gradativamente e os dias começam a ser mais longos que as noites, momento perfeito para nos equilibrarmos e trabalharmos a união dos opostos.

Simbolicamente a primavera nos diz que é tempo de semear, de plantar sementes e de despertar nossa criança interior. E Recife é uma cidade brincante, tanto que a multiplicidade das nossas expressões culturais é latente em cada bairro, rua, beco e avenida.

Pois bem, no domingo, 22 de setembro, estaremos vivenciando a Lua Cheia, momento em que o nosso satélite está totalmente radiante e transbordando de luz, lembrando que é o momento em que os projetos estão em sua plenitude, no ápice de sua realização.

Setembro, para a equipe da agenda cultural, é feito a primavera, já que no último dia 31 de agosto, o informativo cultural da cidade completou 19 anos, buscando divulgar a produção cultural que acontece em cada canto da cidade. É tempo também de sair, de comungar e, como dizem os mais antigos, com a sabedora colhida no tempo, no inverno ficamos mais recolhidos, queremos mais aconchego e na primavera/verão estamos prontos para brincar a grande ciranda da vida.

Portanto, aproveite o sentimento de beleza e renovação que a flores despertam em cada um de nós para visitar os nossos museus e galerias, assistir os filmes pernambucanos recentemente premiados em grandes festivais, sair com os amigos para ouvir os nossos inúmeros e talentosos intérpretes da nossa música, visitar as livrarias e comprar um bom livro dos novos autores e dos já reconhecidos escritores que por aqui fizeram e criaram o mundo fantástico da literatura e, por fim, ir ao teatro celebrar o ser humano, com suas alegrias, perdas e novos encontros.

Manoel Constantino

editor

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Recife e os itinerários da Paixão

Por Manoel Constantino - editor

Agosto chega, com seus ventos, para animar a nossa imaginação, abrir as telas das nossas mentes, impulsionando-nos para seguir a aventura de conhecer personagens de romances, de contos, poesia e cenas teatrais que irão se espalhar por toda a cidade, na segunda quinzena do mês, com o 11º Festival estudantil de Teatro e Dança e o 11º Festival Recifense de Literatura A Letra e A Voz, promovido pela Fundação de Cultura Cidade do Recife/PCR.

Enquanto a literatura nos leva pelos caminhos do imaginário e por itinerários da paixão, prestando homenagem a João Cabral e Melo Neto, as artes cênicas, através da produção de Portugal Produções Artísticas, nos aguça a curiosidade para ver no placo novos talentos, aprendizes da cena, com seus grupos oriundos das escolas privadas e públicas de Pernambuco, prestando homenagem a coreógrafa e bailarina Maria Paula Costa Rego, da Cia Grial e a este editor que há quarenta anos se dedica também ao teatro.

O Festival Recifense de Literatura irá nos abraçar entre 17 de agosto e 01 de setembro, no Museu Murillo La Greca, local acolhedor, e que certamente terá a I Mostra de Literatura para a Infância e Juventude, como pauta instigante para quem faz e para quem gosta de escrituras voltadas para as crianças e jovens. Além dessa programação, teremos também um dos eixos do festival, a literatura contemporânea e, finalmente, a Festa do Livro, na Praça do Arsenal, entre os dias 31 e 01 de setembro, que será abrilhantada pro shows musicais. Enquanto, a partir do dia 14 de agosto, os teatros Apolo e Barreto Jr., recebem a programação e teatro e dança, numa competição saudável e reveladora de novos talentos para as artes cênicas recifense.


Enfim, depois das férias escolares, o cotidiano seguirá o seu rumo, mas não impedirá que cada um de nós possa criar a nossa agenda cultural pessoal, alimentando os dias e as noites, com a literatura, a dança e o teatro, semeando com a arte a nossa sensibilidade, para que possamos transformar para melhor todos os dias.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Recife em movimento

O teatro em Pernambuco acontece desde os tempos dos jesuítas quando utilizavam as artes, notadamente a música e o teatro, para a catequização dos nativos e manter viva a fé dos que aqui chegavam. No Colégio de Olinda, as artes cênicas faziam parte da grade curricular e até hoje o teatro, a dança, a música, as artes, de um modo geral, mexe com o nosso olhar, arrepia e transforma-nos em brincantes, daí porque os nossos artistas encantam o Brasil e o mundo afora.

Neste mês de julho, o Recife inteiro recebe um movimento importante e que já faz parte do calendário cultural da cidade: o 10º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco. E nada melhor do que viver suas férias ou fazer sua agenda de entretenimento recheada de boas pinceladas de teatro e dança, movimentando os seus dias de forma diferente e bom gosto. Nos vários teatros da cidade teremos a oportunidade de assistir a sete espetáculos de dança e 17 espetáculos para crianças, num painel de estilos, propostas estéticas, encantamentos diversos.

Além do teatro e da dança, os nossos olhares também podem brilhar com a sensibilidade dos nossos artesãos na XIV Fenearte, que presta uma justa homenagem as mulheres rendeiras, que tecem o dia a dia com a delicadeza e sabedoria passadas de geração a geração. A feira, além de gerar mais de 40 milhões em negócios, estima-se receber mais de 300 mil pessoas que, durante o mês inteiro de julho, reúne mais de cinco mil expositores.

Como os nossos estudantes estão de férias, sugerimos a leitura de bons livros ou visitar as inúmeras exposições de artes visuais, notadamente a do espaço Caixa Cultural ou aproveitar os dias com cursos de teatro, de escultura, de dança de salão, fazendo do cotidiano um movimento cheio de intensidades.

Manoel Constantino

editor 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Recife tem um São João arretado!

Festa é sinônimo de comemoração e entre o sagrado e profano, o Ciclo Junino, no Brasil, notadamente no nordeste brasileiro, se tornou uma das manifestações mais populares que traz as marcas do sincretismo religioso cristão e dos cultos antigos – de natureza agrária – que remontam aos romanos com sua mitologia politeísta.

Ao lado das fogueiras, símbolo maior e tradicional da festa, encontramos diversos elementos que reforçam o paralelo existente entre o profano e o sagrado no período junino, seja através dos fogos de artifícios, dos cultos aos três santos católicos (Santo Antônio, São João e São Pedro), como a procissão do Acorda Povo ou nas tradições dos negros vindos da África, em suas louvações a Xangô – senhor dos Raios e Trovões. E ainda na culinária, vinculada ao início da colheita do milho, na tradição dos bacamarteiros e, finalmente, nas danças como o coco, a ciranda, o xaxado e a quadrilha, pontuadas por uma musicalidade oriunda das culturas portuguesas, indígena e negra.

Recife faz um São João Arretado! Para esquentar ainda mais a festa a cidade conta com a participação efetiva dos nossos artistas, fazendo do forró, do xote e do baião, a nossa partitura musical movida pelo contágio da alegria que envolve-nos durante todo o mês de junho. E mais ainda, a Prefeitura do Recife junta duas paixões do nosso povo: futebol e São João, tanto que durante a Copa das Confederações, oito arraiais serão também espaços públicos para a Torcida Recife nas partidas realizadas na Arena Pernambuco e dos jogos da seleção brasileira.

Manoel Constantino
Editor


quinta-feira, 2 de maio de 2013

RECIFE: UM PAINEL CULTURAL


É inegável a capacidade produtiva do Recife no que tange às expressões culturais e como é importante e fundamental dar visibilidade aos nossos artistas e produtores para que as cadeias produtivas fiquem cada vez mais solidificadas e exitosas. Como no mês de maio comemora-se o Dia das Mães, faço uma analogia com a cidade do Recife, enquanto mãe-terra, geradora de sentimentos, mãe-água, geradora de emoções e criatividade.

Recife, assim considerada mãe, revela-nos os seus filhos artistas a cada dia, a cada mês, numa gestação permanente, daí porque consideramos a cidade como um grande painel cultural, diversificado, singular e instigante. As expressões culturais dos recifenses são instigantes justamente por sua força guerreira, persistente e criativa. Não queremos aqui fazer a proclamação de que somos os melhores do mundo ou coisa parecida, mas apenas acentuar que com o advento no mundo inteiro das discussões e proposições em torno da economia da cultura/ economia criativa, faz-se necessário e urgente a estruturação do setor cultural enquanto produção, mola e pilastra da economia sustentável, da economia verde, que nos faz encher a cabeça de ideias e sonhar um mundo mais humano e solidário.
É com esta idéia que também comemoramos os dois anos de criação do blog da Agenda Cultural do Recife (www.agendaculturaldorecife.blogspot.com), que hoje já soma mais de 410 mil acessos do mundo inteiro, com uma média mensal de 20 mil acessos, demonstrando o quanto é importante as mídias sociais para divulgação da produção cultural do Recife e aí sentimo-nos cúmplices de todos os produtores e artistas nesta batalha de mostrar o que temos de bom, vivo e criativo.

E para homenagear Recife-Mãe, nada melhor do que mostrar suas paisagens, fazendo das capas da agenda cultural uma vitrine da cidade, com fotos cedidas por recifenses que sabem amar a cidade como ela deve ser amada.

Manoel Constantino
Editor

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Editorial da Agenda Cultural do mês de abril de 2013


LUZ, CÂMARA, AÇÃO: O CINEMA NACIONAL NO RECIFE
 Manoel Constantino
Editor


Desde aquele dia, 28 de dezembro de 1895, o mundo via nascer e se desenvolver a complexa manifestação estética chamada de 7ª Arte, o cinema. Naquele dezembro no Salão Grand Café, em Paris, os Irmãos Lumière fizeram uma apresentação pública dos produtos de seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo. Pouco mais de trinta pessoas ficaram abismadas e em pouco tempo a notícia se espalhou e o cinema conquistou o mundo. A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, por iniciativa do exibidor itinerante belga Henri Paillie. Naquela noite, numa sala alugada do Jornal do Commercio, na Rua do Ouvidor, foram projetados oito filmetes de cerca de um minuto cada, com interrupções entre eles e retratando apenas cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa. Só a elite carioca participou deste fato histórico para o Brasil, pois os ingressos não eram baratos. Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o "Salão de Novidades Paris", de Paschoal Segreto. Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898. 


E aqui, na cidade luminosa que é o Recife, como tudo começou? Protagonista de um movimento local no começo do século XX, o estado teve importante participação na história do cinema do Brasil. Na produção o estado viveu dois momentos importantes: o Ciclo do Recife, e o Movimento Super-8. Depois do início década de 1920, as produções regionais surgem com ímpeto, sendo a do Recife considerada muito profícua, revelando nomes como Edson Chagas, Gentil Roiz, Ary Severo e Jota Soares, em produções de documentários e de longas-metragens, em títulos como Aitaré da Praia, Um Dia na Fazenda, Jurando Vingar, entre outros. Também surgem empresas como a Aurora Filmes, produtora de Aitaré da Praia, a Vera Cruz e Olinda Filmes. Ainda nos anos 20 foram inauguradas muitas salas de projeção na capital do estado, dos quais se destacam o Cinema do Parque, Moderno, Helvética, Royal e outras. Após o cinema sonoro, veio a fase da decadência, mas mesmo assim as produções aconteciam esporadicamente e até 1969 apenas alguns documentários foram filmados no estado, sobretudo pelo Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais. Em seguida, foram feitas adaptações do Auto da compadecida de Ariano Suassuna e de Morte e vida Severina de João Cabral de Melo Neto, em filmes de 35mm. 



A partir da década de 1970, o barateamento das produções amadoras de cinema com os filmes em Super-8 proporcionou o surgimento, em 1973, o Ciclo Super-8, restrito à produção de curtas-metragens para exibição quase exclusivamente em festivais. Deste período contam-se Fernando Spencer, Athos Cardoso, Celso Marconi, Jomar Muniz de Brito, Kátia Mesel, entre outros. Enfim, em 1997, o cinema pernambucano é retomado com o filme "O Baile Perfumado", de Lírio Ferreira e Paulo Caldas e, a partir de então, a produção pernambucana vem brilhando no Brasil e no mundo inteiro. 



Hoje, Pernambuco conta com vários festivais de cinema e neste ano o CINE PE, realizado no Recife neste mês de abril, em sua décima sétima edição, é considerado, na exibição, na formação, na difusão da informação, como um dos grandes encontros dos profissionais da indústria e dos amantes da sétima arte. Bem vindos cinéfilos, Recife abraça, com o coração e com a sua luz, o cinema brasileiro. Luz! Câmara! Ação! 




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Janeiro de um teatro vivo


A cidade abraça, mais uma vez, o Janeiro de Grandes Espetáculos, projeto da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco, que na sua 19ª edição abre praticamente todas as casas de espetáculos para receber espetáculos de teatro, dança e música, numa celebração entre artistas locais, nacionais, internacionais e o público, com patrocínio da Prefeitura do Recife, governo estadual e federal.

Celebração sim, posto que o teatro, desde o seu nascedouro, traz o sentido ritualístico na medida em que transporta, transfigura, transforma a arte da interpretação numa ferramenta que nos possibilite compreender o ser humano em toda a sua plenitude, com todos os seus defeitos ou com todas as suas virtudes. Celebração porque as artes cênicas, no aqui e no agora, busca sensibilizar, questionar e amar o homem no seu tempo e lugar, sem preconceitos e, como diz uma das nossas mestras de teatro, Joana Lopes, o teatro é um espaço poético de e para a liberdade.

Na verdade, o Janeiro de Grandes Espetáculos não só abarca espetáculos de teatro, hoje seu leque é mais amplo, com apresentações de companhias de dança e shows musicais. E continua a indicar os melhores espetáculos da cidade a cada ano, em teatro e dança que, aos poucos começa a ser mais valorizado.

Enquanto nos deliciamos com os espetáculos, Recife esquenta seus frevos, as loas dos maracatus e todos os ritmos carnavalescos nos ensaios, nas prévias, nos bailes promovidos por blocos, clubes, enfim, por todas as agremiações que fizeram e fazem da cidade o berço fértil de um carnaval plural. Que abram todas as cortinas e toquem todos os frevos que o tempo agora é de confraternização e alegria e partilha para que possamos colher bons frutos durante o ano inteiro, aliás, o tempo inteiro, de janeiro a janeiro.

Manoel Constantino
Editor 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Recife, uma Agenda de cultura viva!


É salutar e estimulante registrar, a cada edição da agenda, o movimento intenso da produção cultural da cidade, e não é exagero afirmar que os artistas, produtores e técnicos, dos vários segmentos das expressões artísticas, tem comprovado a capacidade de gerar produtos culturais valorosos, muitos já reconhecidos nacionalmente.

Neste mês de outubro, a agenda do recifense está bastante recheada e para poder vivenciar o maior número de eventos, espetáculos, exposições e shows, nada melhor do que se programar antecipadamente. Além das comemorações do dia criança, a cidade recebe o 17º Festival Internacional de Dança do Recife, com produção da Prefeitura do Recife/Secretaria de Cultura/FCCR, com a participação de 16 companhias locais, 13 espetáculos nacionais e 8 internacionais, num total de 448 artistas, além das equipes técnicas e de produção.

Entre um espetáculo e outro de dança, você pode desfrutar e apreciar o Salão Internacional de Humor Gráfico de Pernambuco que, nessa primeira edição, homenageia as mulheres que atuam na área. O salão se estenderá até o final da segunda quinzena de novembro.  A partir do dia 30 de outubro podemos participar do Festival de Circo do Brasil, com atrações nacionais e internacionais, provocando também um intercâmbio através de várias oficinas gratuitas. Também adentrando novembro, o Sesc  traz o Salão Universitário de Arte Contemporânea, que explora as interfaces entre artes visuais e literatura.

Manoel Constantino
editor