segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Programação de Cinema e Vídeo – Fevereiro 2014

Sesc Casa Amarela
Avenida Professor José dos Anjos, 1190 – Casa Amarela
3267 4400

Cinecomunidade
Sáb 15h
Entrada gratuita
8
O Gato do Rabino

Na Argélia da década de 1920, o rabino Sfar (Maurice Bénichou) vive com sua filha Zlabya (Hafsia Herzi), um papagaio tagarela e um gato sem nome (François Morel), que devora o papagaio e começa a falar sem parar. Para não ficar longe de sua amada dona, o gato decide se converter ao judaísmo, e passa a compreender melhor os fundamentos da religião. Ao mesmo tempo, a chegada inesperada de um judeu russo à cidade obriga o Rabino e seu amigo, um líder islâmico (Fellag), a fazerem uma cruzada pela África, local marcado pelas mais diversas crenças religiosas, raças e línguas. Vários novos amigos – e inimigos – cruzam o caminho dessa caravana.
15
Um Gato em Paris


Dino é um gato que divide a vida entre duas casas. Durante o dia ele fica ao lado de Zoé (Oriane Zani), a filha de Jeanne (Dominique Blanc), que é delegada de polícia. À noite ele acompanha Nico (Bruno Salomone), um ladrão de grande habilidade que perambula pelos tetos de Paris em busca de novas oportunidades para roubar. Jeanne investiga vários roubos de joias e ainda precisa proteger o Colosso de Nairóbi, um monumento famoso cobiçado por Victor Costa (Jean Benguigui). Dino é testemunha de tudo o que acontece com seus dois donos e, por causa disso, vive várias aventuras.

22
Kérity, a Mansão dos Contos


Natanael ainda não sabe ler. Uma velha e excêntrica tia deixa de herança uma mansão para os pais dele e a coleção de livros para Natanael. O menino descobre que os livros servem como esconderijo para todos os heróis da literatura infantil, que contam com ele para que os proteja. Quando os pais de Natanael começam a vender os livros, ele enfrenta tudo para salvar os pequeninos “amigos”.






Cineclube Coliseu
de 11 a 14, às 19h
Entrada gratuita
O projeto realiza o programa Democratizando, da 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, exibindo filmes para pensar nos direitos humanos universais:

11
Domésticas
De Gabriel Mascaro, com participação do diretor e debate
Classificação 10 anos
Durante uma semana, sete jovens se tornaram cineastas amadores e filmaram o cotidiano de suas empregadas domésticas. O material foi entregue ao diretor Gabriel Mascaro que compilou os momentos mais marcantes nesse documentário.



12
Kátia
Karla Holanda
Classificação livre
Esse documentário conta a história da primeira transexual eleita para um cargo político no Brasil. Além de mostrar como José se transformou em Kátia Tapety, o filme nos apresenta a trajetória política da travesti piauiense que lidou com o preconceito do pai na infância, mas hoje é respeitada entre seus conterrâneos. Ela foi a vereadora mais votada de seu município por três vezes consecutivas e chegou à vice-prefeitura da cidade de Colônia do Piauí, entre 2004 e 2008.
13
As Hiper-mulheres
Takuma Kuikuro, Carlos Fausto e Leonardo Sette
Classificação 10 anos
Com receio de que sua esposa já idosa venha a falecer, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar mais uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.

14
Caixa D’água: Qui-lombo é esse?
Everlane Moraes
Classificação livre
O documentário relata, por meio de depoimentos de antigos moradores e de acervos fotográficos, a importância no âmbito cultural e histórico do bairro Getúlio Vargas localizado em Aracaju, capital de Sergipe. A ênfase é dada à cultura negra e à presença do negro escravo e seus descendentes, com o resgate de assuntos relacionados à sua origem, oralidade, localização geográfica e consciência de sua identidade racial, mostrando que, apesar dessa comunidade existir em uma área urbana, ainda mantém muitos aspectos da vida em quilombo dos antigos negros escravos do Brasil.
14
Brasília segundo Feldman
Vladmir Carvalho
Classificação livre
Os primeiros tempos de Brasília, no último ano de sua construção. Depoimentos de pioneiros e trabalhadores sobre aquele momento e as condições de vida dos candangos. A trilha sonora vale-se de gravações realizadas à época, emprestando especial colorido ao filme.

Cine Clube Brasil-Itália
Instituto de Cultura Brasil-Itália
Rua Marques Amorim, 46 – Boa Vista
Sex 9h, 15h, 17h e 19h
Gratuito
3221 4112
7
Aprile
No outono de 1995, Silvia Nono, a mulher do cineasta Nanni Moretti, anuncia que está grávida. A alegria da surpresa se mistura com um certo pânico causado pelo peso da paternidade. As grandes preocupações com as influências que a criança deve ou não receber e o excesso de cuidados já começam durante a gestação. Quando, enfim, chega o dia 18 de abril de 1996, data do nascimento do pequeno Pietro, os resultados das eleições legislativas mudarão radicalmente os rumos da política italiana.
14
Caro diário
O filme retrata as aventuras e emoções de Nanni Moretti. Ele percorre as ruas de Roma, descobrindo fachadas, indo ao cinema, visitando o lugar onde Pasolini foi assassinado. Descobre um cenário de ilhas paradisíacas que transfigura-se em espaço de “infernal” humor. Esse misto de aventura e documentário autobiográfico registra tudo o que acontece de interessante em sua viagem, o que inclui sua peregrinação de médico em médico para se curar de uma doença.

21
Roma, cidade aberta
Roma, 1944. Um dos líderes da Resistência, Giorgio Manfredi (Marcello Pagliero), é procurado pelo nazistas. Giorgio planeja entregar um milhão de liras para seus compatriotas. Ele se esconde no apartamento de Francesco (Francesco Grandjacquet) e pede ajuda à noiva de Francesco, Pina (Anna Magnani), que está grávida. Giorgio planeja deixar um padre católico, Don Pietro (Aldo Fabrizi), fazer a entrega do dinheiro. Quando o prédio é cercado, Francesco é preso pelos alemães e levado para um caminhão. Gritando, Pina corre em sua direção e é metralhada no meio da rua. Giorgio foge para o apartamento de sua amante, Marina (Maria Michi), sem imaginar que este seria o maior erro da sua vida.

Ariano Suassuna: Arte Como Missão
projeto multimídia em homenagem ao ensaísta, romancista e dramaturgo paraibano. De 11 a 23 de fevereiro, o público recifense estará mais perto dos vários talentos do artista, com um ciclo de filmes sobre sua obra, a mostra fotográfica O Decifrador e a famosa aula-espetáculo do escritor, que acontecerá uma semana antes, no dia 4 de fevereiro, no Teatro Santa Isabel, às 20h. 

4
Aula-espetáculo
20h
Teatro Santa Isabel
Praça da República, s/n – Bairro de Santo Antônio
Entrada gratuita - sujeita à lotação do teatro. Os ingressos serão distribuídos a partir das 18h, por ordem de chegada.
(81) 3355 3323 / 3355 3324
11 a 23
Mostra Fotográfica O Decifrador
CAIXA Cultural Recife
Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife
Ter a Dom 10h às 19h
Gratuito
(81) 3425 1900
Ciclo de Filmes
CAIXA Cultural Recife – Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo.
Gratuito
(81) 3425-1900 
12
18h – O Sertão – mundo de Suassuna   - Direção: Douglas Machado
20h – O Auto da Compadecida - Direção: Guel Arraes
13
18h – O santo e a porca – Direção: Maurício Farias 
20h – Princesa do Sertão – Direção: Deraldo Goulart
14
18h – Quaderna – Direção: Alexandre Montoro
        – Uma mulher vestida de sol - Direção: Luiz Fernando Carvalho
20h – Música Armorial - Direção: Ana Paula Campos
        – A farsa da boa preguiça - Direção: Luiz Fernando Carvalho 
15
18h – A Pedra do Reino – parte 1    - Direção: Luiz Fernando Carvalho
20h – A Pedra do Reino – parte 2    - Direção: Luiz Fernando Carvalho

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