Circo: Alexandro Alves de Amorim – Mister Sandro
![]() |
| Mister Sandro. Foto: Acervo do artista |
Por Gianfrancesco Mello
Nascido em Mossoró, no Rio Grande do Norte, já dentro de um
circo, ele foi adotado pelo Recife ainda criança. “Lembro que meus pais vieram
junto com o Circo Avaí, que era do meu padrinho, para o interior do Estado de
Pernambuco. Aos cinco anos, entrei de vez para a arte circense como o Palhaço
Pililiu.” No decorrer do tempo, aos sete anos, Alexsandro partiu para
modalidades como trapézio e escada giratória. “Esse tempo já foi no Circo
Teatro Canarinho, mas não deu muito certo”, frisa.
Foi, então, que surgiu o Circo Bambolê, que só tinha pano
ao redor e não havia cobertura. “Era o chamado tomara que não chova”, recorda.
De acordo com Mister Sandro, o Palhaço Conxita observou aquele formato do circo
e falou que parecia um bambolê e, por isso, há quase 40 anos o circo se fundou
com esse nome. “Para poder fazer a lona, trabalhei no circo dos outros e, com o
cachê, juntei dinheiro para compor melhor o Bambolê”, diz.
Atualmente, 20 profissionais são os responsáveis por
entreter a plateia com modalidades como malabares, balé aéreo, contorcionismo,
mágica e as sempre inesquecíveis apresentações dos palhaços.

Comentários
Postar um comentário