Projeto “A batida do nosso terreiro” chega a Calumbi com aulas de percussão e roda de diálogos a partir desse sábado 1º de fevereiro

Uma das características mais marcantes do município de Calumbi é a relação harmoniosa dos terreiros de Candomblé e Jurema com a igreja católica. Créditos: Ilê Asé Oju Ty Olorum  / Redes sociais


 Ação é um incentivo da PNAB PE e realizará ações ao longo dos próximos 12 meses; foco do projeto é nos jovens, mas pessoas de quaisquer idades podem participar


Calumbi, no Sertão do Pajeú de Pernambuco, se destaca por ser um município pequeno, apenas 5.700 habitantes aproximadamente, mas possuir 2 terreiros de Candomblé em pleno funcionamento e relevantes no Estado. Visando a continuação dos saberes ancestrais desses locais sagrados e o combate à intolerância, a cidade recebe a partir desse sábado, 1º de fevereiro, o projeto “A batida do nosso terreiro”.

A partir das 10h da manhã haverá uma roda de diálogo no Ilê Asé Oju Ty Olorum, do Mestre Gonzaga, com foco em debater “A importância da valorização da música popular e afro-brasileira nas comunidades tradicionais”. Participam do encontro Babá Gonzaga Ty Ayra, Babalorixá e Juremeiro da casa, e mestre Manoel Miguel, panderista, embolador e Mestre do grupo de coco Negras e Negros do Leitão, Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco, de Afogados da Ingazeira-PE. A roda é aberta a todas e todos.




A realização do projeto “A batida do nosso terreiro” tem Isabella Brito na produção executiva e Baba Gonzaga como Coordenador geral. A ação é um incentivo da PNAB PE através da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Após a roda, serão iniciadas as aulas da oficina de percussão, que abordarão ao longo do ano os instrumentos tambores (atabaques e/ou congas), agogô, agbê e pandeiro, uma a cada mês. Ao fim do projeto, haverá um momento de culminância com apresentação dos alunos participantes e a entrega de certificado de participação no encerramento das atividades. Todas as atividades ocorrerão no Ilê Asé Oju Ty Olorum, do Mestre Gonzaga (Sítio Calumbi, sem número, após a ponte que corta o Rio Pajeú sentido zona rural, após a ponte, primeira chácara à direita). Outras informações no instagram.com/abatidadonossoterreiro .

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