segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Entrevista: Belo Xis

Texto e fotos: Gianfrancesco Mello

Belo Xis

Filho de sambistas, o samba é o ritmo que sempre guiou a vida do cantor e compositor Antônio José de Santana, popularmente conhecido como Belo Xis. Este ano, ele comemora 40 anos dedicados à música. Belo Xis é o puxador oficial da escola Gigante do Samba, da Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife, e faz parte da ala de compositores da Unidos da Tijuca, no Rio de Janeiro. Tem 12 CDs gravados e já tocou com grandes nomes como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Leci Brandão e Chico Silva. Influenciado também pelas músicas de Luiz Gonzaga, o artista conversou com o repórter Gianfrancesco Mello sobre o seu histórico profissional até o sucesso atual e ainda sobre o Dia Nacional do Samba, que é comemorado no dia 2 de dezembro.

Agenda Cultural – Como começou sua paixão pelo samba?

Belo Xis Fui criado no meio do samba. Meus pais e meus tios eram todos sambistas. Eu morava na Rua Santo Moreira, no Cordeiro, e lá o meu pai – nos fins de semana – reunia a família e os amigos para tomar batida (bebida da época) e ouvir samba. Era uma grande confraternização semanal no quintal de casa entre minha família e os amigos. E eu ficava como discotecário. Tinha um pé de carambola no meu quintal e o meu pai possuía um alto-falante chamado de corneta que ele amarrava em cima do pé. Como eu era o discotecário, trocava os LPs que meu pai já tinha selecionado para tocar. Eram artistas como Ciro Monteiro, Jorge Veiga, Roberto Silva, Germano Matias, Jamelão, Elizete Cardoso, entre outros artistas tradicionais. Mas gostava de jogar bola com os meus amigos e o meu pai junto com um dos meus tios me dava dinheiro para eu não sair de lá. Eu até achava bom porque eu podia ir comprar meus gibis e, à tarde, eu assistia seriados no Cine Cordeiro. Nessa época, morávamos na casa da minha avó, Dona Maroquinha.

Depois de um tempo, meu pai comprou uma casa no bairro da Torre, próxima da praça. E o samba sempre rolava na minha casa. Aquele ritmo foi entrando na minha cabeça de uma maneira tal que só comecei a pensar em samba. Ao mesmo tempo, tinha um tio meu que morava no Bairro de São José e, na época, já existia a escola de samba Estudantes de São José. Foi assim que comecei a me entrosar com as escolas de samba. Ao mesmo tempo, na Torre, tive oportunidade de jogar futebol como goleiro do Santa Cruz na categoria juvenil. Com o tempo, fui para o América do Recife. Eles me chamavam de Santana. Aos 19 anos, fui jogar no juvenil do Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Como estourei a idade no juvenil, fui ser jogador profissional no Madureira a convite do meu treinador do juvenil do Vasco, que foi chamado para trabalhar lá. No Rio de Janeiro, eu era conhecido como Toninho.

Cinema e vídeo - Dezembro



 Fest Cine celebra quinze anos

O  15º Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine exibe as novidades da produção audiovisual pernambucana nas categorias animação, documentário, experimental, ficção e videoclipe. Promovido em parceria pelas Secretarias de Cultura de Pernambuco e do Recife, o evento exibirá curtas com até 20 minutos de duração, feitos em película de 35 mm ou formato digital, que tenham sido finalizados a partir de 2011.

No total, os prêmios somam R$ 66 mil, distribuídos de acordo com a classificação do filme na premiação. Os cinco primeiros colocados na mostra competitiva geral levam R$ 5 mil, cada, e os dois primeiros colocados na mostra de formação recebem R$ 3 mil. Os cinco segundos colocados na mostra geral serão premiados com R$ 4 mil, cada, e os cinco terceiros colocados ganham R$ 3 mil. Confira a programação:

Cinema São Luiz
Rua da Aurora, 175 – Boa Vista
3184 3157

MOSTRAS COMPETITIVAS

2
19h
Classificação: 16 anos

Mestre Nado: a terra, a água, o fogo e o sopro (Documentário, 17 minutos, 2013), de Tila Chitunda
Quinha (Ficção, 19 minutos, 2013), de Caroline Oliveira
Índia Morena (Documentário, 11 minutos, 2012), de Hanna Godoy
Boicote (Videoclipe, 5 minutos, 2013), de Marcos Costa
Memória da Pedra (Experimental, 4 minutos, 2013), de Iezu Kaeru
Santo Guerreiro (Documentário, 5 minutos, 2013), de Mauro Lira e Henrique Ferreira
Quilombo (Videoclipe, 4 minutos, 2013), de Elayne Bione
Destinos (Documentário, 20 minutos, 2013), de Tiago Leitão
A Escada (Animação, 3 minutos, 2013), de André Arôxa
Película (Documentário, 7 minutos, 2013), de Max Leite
Sexta Série (Ficção, 18 minutos, 2013), de Cecília da Fonte
Retrato (Ficção, 17 minutos, 2012), de Adelina Pontual
Maldita Poesia (Experimental, 7 minutos, 2012), de Jean Santos e Cíntia Lima

3
19h
Classificação: 16 anos

Um passo à frente (Documentário, 20 minutos, 2013), de Adriano Portela
Rei Urbano (Videoclipe, 5 minutos, 2012), de Bruno Bastos
Safadeza (Animação, 2 minutos, 2013), de Mozart Albuquerque
Os silenciados não mudam o mundo (Documentário, 20 minutos, 2013), de Alexandre Alencar
Os sinos (Videoclipe, 4 minutos, 2013), de Raphael Malta e Caio Dornelas
Zenaide (Experimental, 6 minutos, 2011), de Mariana Porto
Vamos abraçar o Sol (Experimental, 4 minutos, 2012), de Brenda Ligia
Au revoir (Ficção, 20 minutos, 2013), de Milena Times
Solo (Ficção, 15 minutos, 2013), de Rodrigo Campos
Molho (Videoclipe, 2 minutos, 2013), de Jean Santos
Duas Luas (Ficção, 16 minutos, 2013), de Deby Brennand
Tubarão (Documentário, 13 minutos, 2013), de Leo Tabosa

4
19h
Classificação: 18 anos

Villa Barra (Ficção, 19 minutos, 2013), de Osman Godoy
Pausas silenciosas (Documentário, 17 minutos, 2013), de Mariana Lacerda
Volta (Videoclipe, 4 minutos, 2013), de Johnny Hooker
Orwo Foma (Experimental, 4 minutos, 2012), de Lia Letícia e Karen Black
Metrópole (Ficção, 17 minutos, 2013), de Sócrates Alexandre
Eternamente Elza (Documentário, 18 minutos, 2013), de Alexandre Figueirôa e Paulo Feitosa
Flor da Saudade (Videoclipe, 4 minutos, 2012), de Eduardo Pereira e Felipe Falcão
Rodolfo Mesquita e as monstruosas máscaras de alegria e felicidade (Experimental, 14 minutos, 2013), de Pedro Severien
Vozes do além (Videoclipe, 8 minutos, 2013), de Luís Henrique Leal
Deixem Diana em paz (Animação, 11 minutos, 2013), de Júlio Cavani
Sue – turbulenta aberração (Ficção, 20 minutos, 2013), de Camilo Soares e Zizo Lima

Mostra Competitiva de Formação
5
19h
Classificação: 14 anos

Lançamento do Livro Ary: um bandeirante do cinema brasileiro, de Nelson Sampaio Júnior.

Onde há nuvens (Ficção, 16 minutos, 2013), de Marcelo Agra e Camila Lapa
Zé Mateu (Documentário, 7 minutos, 2013), de André de Pina e Vilmar Gomes
A paz lunática (Ficção, 13 minutos, 2012), de Escola Engenho
Casamento de matuto (Documentário, 10 minutos, 2013), de Lucas Mariz
Maquillaje (Ficção, 9 minutos, 2012), de Thierry Fernandes
O sexto andar (Ficção, 15 minutos, 2013), de Ivson Sampaio


Mostra Competitiva Geral
20h15
Classificação: 16 anos

Sobre minha melhor amiga (Ficção, 20 minutos, 2013), de Luiz Otávio Pereira
Desapego (Videoclipe, 4 minutos, 2013), de Jean Santos
Para meu irmão (Ficção, 7 minutos, 2013), de Filipe Marcena
Estudo em vermelho (Experimental, 16 minutos, 2013), de Chico Lacerda
Passione, Junio Barreto (Videoclipe, 7 minutos, 2012), de Lírio Ferreira
Blue (Ficção, 10 minutos, 2013), de Rodrigo Barros
Sentimentos integrados (Experimental, 1 minuto, 2013), de Mozart Albuquerque
O Papa-Figo (Animação, 2 minutos, 2013), de Paulo Leonardo
Carne (Ficção, 20 minutos, 2013), de Carlos Nigro

Mostra Competitiva de Formação
6
19h
Classificação: 12 anos

Berço de ferro (Documentário, 16 minutos, 2013), de Alexandre Amorim, Ellen Cocino Correia e Rafaela Galindo
Verde vento (Ficção, 13 minutos, 2013), de Marcos Carvalho
Somos todos (Documentário, 20 minutos, 2013), de Bruna Monteiro e Nathalia Dielu
Olhar surdo (Documentário, 15 minutos, 2013), de Carmela Brito e Shaiane Oliveira
De novo aqui (Ficção, 7 minutos, 2012), de Txai Ferraz

Mostra Competitiva Geral
20h15
Classificação: 12 anos

Entre, Lua, a casa é sua (Ficção, 13 minutos, 2013), de Marcos Carvalho
Cadeira de arruar (Documentário, 10 minutos, 2013), de Chico Egídio
Construção (Experimental, 1 minuto, 2013), de Bruno Cabús
Dandara (Videoclipe, 6 minutos, 2013), de Leonardo Castro Gomes
Três voltas (Ficção, 12 minutos, 2013), de Fabíola Gomes; Txai Ferraz e Vinicius Gouveia
Malunguinho (Documentário, 15 minutos, 2013), de Felipe Peres Calheiros
Setembros (Experimental, 8 minutos, 2013), de Adalberto Oliveira
Em trânsito (Ficção, 17 minutos, 2013), de Marcelo Pedroso
 
Exibição Especial
7
18h
Classificação: Livre

Um homem e o cinema (Documentário, 94 minutos, 1976), de Alberto Cavalcanti
Homenagem a Alberto Cavalcanti + Debate com Fernando Monteiro e Tarciana Portella

Cerimônia de Premiação
20h45

Parques de diversão e sonhos tomam conta das telas de Adriana Alliz

Roda mundo gira sonhos. Foto: Divulgação
Artista recifense volta a expor no Pantagruel, com telas que refletem um momento de mudanças na carreira e retratam o mundo onírico dos parques de diversão

Com uma proposta temática totalmente renovada, a artista plástica Adriana Alliz extravasa para suas novas telas os cenários coloridos dos parques de diversão. Na mostra “Roda Mundo, Gira Sonhos”, que será aberta no dia 5 de dezembro, no Restaurante Pantagruel, em Casa Forte, a pintora traduz, com os registros curtos e intensos da sua espátula, o impulso criativo com o qual foi contagiada ao ouvir a versão letrada, por Ferreira Gullar, da música Trenzinho Caipira, de Heitor Villa-Lobos. “Com sua melodia tranquila e citações de um cenário com ‘estrelas a voar’, a canção me transportou para o mundo dos sonhos infantis”, revela Adriana.

Nas quinze obras que estarão expostas até o final de fevereiro, embora a escolha tenha sido pelas cores fortes, a técnica adotada no encontro com a tela atenua os tons, contribuindo para a sensação onírica das pinturas. Propósito este reforçado pela abordagem surrealista de algumas cenas retratadas, como as borboletas que transportam o carrinho do vendedor das pipocas e o palhaço que, em lugar das bolas multicoloridas, ‘empina’ pássaros.

Para Adriana, que nesta mostra deixou de lado as folhagens e paisagens, marcas predominantes nas suas outras criações, esta fase resume um momento pessoal de mudanças. “Talvez reflita meu desejo de desbravar novos caminhos, quem sabe já trilhados na esfera dos meus sonhos”. Os quadros, com tamanhos médios de 0,70 x 1,00m, estarão dispostos no interior do restaurante.

Formação - Mesmo antes de terminar a graduação em Educação Artística (UFPE/1988), Adriana já tinha feito três cursos de pintura no Rio de Janeiro, no Parque Lage, Museu e Arte Moderna (MAM) e na Escolinha de Arte do Brasil. Desde então vem aprofundando seus conhecimentos e práticas participando de atividades em ateliês de artistas locais, como Badida, Janete Buffa e Jéssica. Em 2012 concluiu uma Especialização em Arteterapia e em 2013 fez curso de pintura com modelo vivo, aquarela e pintura na Escola Da Vince (Barcelona-ES).

Atualmente cursa a Pós-Graduação em Arquitetura de Interiores (Faculdade Damas) e dá aulas de pintura em tela e cerâmica fria para crianças e adultos no seu atelier, em Apipucos, onde mantém intensa produção durante todo o ano. Entre coletivas e individuais, a artistas já participou de várias exposições no Recife, como nos restaurantes Matita Perê, Pantagruel e no Plaza Shopping, além de já vir expondo há seis edições na Fenneart.

Serviço:
Exposição “Roda Mundo, Gira sonhos”, de Adriana Alliz;
Data: 5 de dezembro (abertura, às 20h, com presença da artista)

DJ 440 retoma seu Projeto de samba

O DJ 440 retoma seu Projeto de samba, a Reunião de Bacana, neste sábado (7). A festa acontece desde 2006 e, nessa edição, reúne numa roda de samba Macaco (Ex-Pouca Chinfra), Daniel Coimbra, Bruno Pereira, Daniel Sarmento e Filipei Novais. Ainda conta com a participação especial de Gerlane Lops. Discotecagem de Vinil em Brasa. Culinária de boteco com o chef Marcos Nascimento.

Serviço:
Reunião de Bacana
Neste sábado (7), a partir das 16h
Casa Verde
Rua Álvares de Azevedo, 1306, Santo Amaro
(Próx. ao PROCAP / Hospital Osvaldo Cruz ou RM Express da Av. Mario Melo)
Entrada: R$ 10 (até às 18h)

O Natal apaixonante do Recife

A natureza tem seus mistérios e, um deles, são as chuvas do verão ou como diziam os mais antigos dos interiores do nordeste: as chuvas das mangas e dos cajus. É a permanente renovação da natureza prodigiosa e, como em dezembro o mundo inteiro comemora o nascimento do Cristo, cremos que também podemos, enquanto seres humanos, fazer constantemente o processo de renovação em vários aspectos, praticando ações que ampliem e favoreçam a vida humana. O que custa exercitar a solidariedade, a justiça, o companheirismo, a lealdade, enfim o pleno exercício do amor?

Acreditamos que cada habitante do Recife pode ou poderia exercitar o pleno exercício do amor, sem demagogia, cuidando um pouco mais da cidade, de suas ruas, dos seus rios, praças e do imenso mar que nos banha, evitando jogar lixo nos canais, nas ruas e avenidas. Preservando a natureza nas encostas dos morros, cada um fazendo a sua parte, inclusive ensinado as nossas crianças o quanto é importante viver numa cidade limpa, sempre em busca por melhores dias, teremos 360 dias mais vivos. Cremos que assim teremos um Natal apaixonante no Recife.

Para que Recife viva um pleno Natal, a Prefeitura traz para a população e turistas, um Ciclo Natalino que tem como base a fauna e a flora brasileira, a exemplo da grande árvore de Natal no Parque de Dona Lindu, inspirada nos flamboyants que encontramos espalhados pela cidade.

Valorizando a tradição, muito forte no Nordeste, será homenageado o presépio vivo dos Irmãos Valença, com 148 anos, encenado pela primeira vez em 1865, no sítio da família Valença, na Madalena, com apresentações na Praça da Várzea e no Sítio Trindade.
Além disso, a prefeitura aumentou de 18 para 30 polos para apresentações de reisados, pastoris, mamulengos e cavalos-marinhos para alegrar mais ainda o Recife.

É com este sentimento de participação e vivência solidária que desejamos aos nossos leitores, aos recifenses e aos nossos turistas um Ano Novo cheio de sonhos possíveis.

Manoel Constantino

Editor

Lançamento do livro infantil “O menino que não tinha cartão de crédito”

Educação financeira é o tema do livro infantil O menino que não tinha cartão de crédito, da escritora e ilustradora pernambucana Ceci Calado. A obra será lançada no dia 15 de dezembro (domingo), às 15h, na Torre Malakoff, no Recife Antigo.

Feliso, um garotinho muito esperto, acredita que pode ganhar tudo o que deseja, bastando para isso pedir que sua mãe, Maria das Pressas, utilize seu cartão de crédito. O menino só começa a entender melhor a ideia do cartãozinho de plástico mágico e o perigo do consumismo quando seu pai, Liseudo, fica doente de “tristeza crônica”.

De forma lúdica, o livro coloca em questão a nossa relação cotidiana com o consumo. “Este livro quer ser um estímulo para que crianças e adultos reflitam juntos sobre a importância de se educar financeiramente e sobre os valores que realmente importam na vida”, explica Ceci Calado, que já está com outros projetos finalizados a caminho de publicação.

Bem no estilo da autora, o lançamento será um encontro divertido e cheio de surpresas para as crianças, a exemplo dos eventos dos dois livros anteriores: “Coralice, a menina que escorregou do céu” e “A incrível história do peixe que engoliu um rio”. Estão na programação: contação de história, arrecadação de brinquedos usados, escambinho de livros infantis, brindes e sorteios.
  
Serviço:
Torre Malakoff (Recife Antigo)
Dia 15 de dezembro, às 15h
Entrada: gratuita
Valor do livro: R$ 22
Haverá arrecadação de brinquedos e troca de livros usados.
Contatos: 8785-1827 / 9716-0926 / https://www.facebook.com/cecilia.calado.35

domingo, 1 de dezembro de 2013

LIV2NITE homenageia a música Indie em sua décima edição

Foto: Divulgação
Depois de comemorar seus dois anos em novembro, regados a muito neon e glitter, a Liv2Nite encerra 2013 em grande estilo e promove sua 10ª edição, Liv2Nite – Indie Soul, no próximo dia 6 de dezembro, no Vapor 48. O badalo, que acontece a partir das 23h, desta vez homenageia a música Indie, estilo de bandas como as norte-americanas Panic! at the Disco e Foster the People. No comando das pick-ups estão os DJs convidados Vini-V (Boogie Night) e Hi Dji Dji!, além dos residentes Kiki, Gomez e Carlos - alteregos dos produtores da festa Adriano Gomes, Ane Lima e Gibran Gomes. Os ingressos para o open bar, custam R$ 50 (antecipado) e R$ 60 (na portaria), e são vendidos pelo site Eventick, bem como na loja Açúcar e Afeto, localizada na Boa Vista. Mais informações: www.facebook.com/liv2nite.

Serviço:
Liv2Nite – Indie Soul
Sexta-feira, dia 6 de dezembro, a partir das 23h
Vapor 48 – Praça das Cinco Pontas, 145 – Recife Antigo
Ingressos: R$ 50 (2º lote antecipado) e R$ 60 (3º lote antecipado e na portaria do evento), disponíveis na loja Açúcar e Afeto (Boa Vista) e no site Eventick.

Loja Açúcar e Afeto
Endereço: Avenida Conde da Boa Vista, 605 lj C (ao lado do Shopping Boa Vista)
Telefone: (81) 3222-4885

Eça de Queiroz é motivo de encontro no Recife

Eça de Queiroz. Foto: Arquivo/Sociedade dos Amigos de Eça de Queiroz
A Sociedade dos Amigos de Eça de Queiroz, presidida por Dagoberto Carvalho e Gladstone Vieira Belo e com Marcus Prado na sua coordenação, vai se reunir em jantar eciano, no próximo dia 14 de dezembro, às 20h, no Restaurante Recanto Lusitano (Boa Viagem). Ecianos e leitores do grande escritor português estão sendo convidados. Essa edição do famoso encontro de ecianos pernambucanos terá como presidente o escritor e acadêmico Antônio Campos, curador geral da Fliporto e presidente da Editora Carpe Diem.