Eugênio
Por: Felipe Mendes Foto: Raquel Freitas
No picadeiro de um circo, histórias incríveis se desenrolam aos olhos de crianças e adultos envolvidos em movimento, cor, espanto, sons e riso. Os artistas, responsáveis pelo espetáculo, criam uma atmosfera em que tudo pode ser possível e o inimaginável acontece. Por trás da lona, no dia a dia de uma das atividades artísticas mais antigas que se conhece, desenrolam-se também histórias incríveis, que muitas vezes escapam a quem assiste às peripécias de palhaços, equilibristas, atiradores de faca, trapezistas, malabaristas e tantos outros artistas que compõem um espetáculo circense.
Essas histórias acontecem com as pessoas que fazem o circo. Sem maquiagem, fantasias ou máscaras, os artistas de circo enfrentam uma dura rotina para poder sobreviver e perpetuar sua tradição. Eugênio Bernardo da Silva, nascido em Timbaúba e criado em Gravatá, entrou para o circo de maneira despretensiosa, quando um pano de roda (circo sem cobertura) chegou onde morava pr…
No picadeiro de um circo, histórias incríveis se desenrolam aos olhos de crianças e adultos envolvidos em movimento, cor, espanto, sons e riso. Os artistas, responsáveis pelo espetáculo, criam uma atmosfera em que tudo pode ser possível e o inimaginável acontece. Por trás da lona, no dia a dia de uma das atividades artísticas mais antigas que se conhece, desenrolam-se também histórias incríveis, que muitas vezes escapam a quem assiste às peripécias de palhaços, equilibristas, atiradores de faca, trapezistas, malabaristas e tantos outros artistas que compõem um espetáculo circense.
Essas histórias acontecem com as pessoas que fazem o circo. Sem maquiagem, fantasias ou máscaras, os artistas de circo enfrentam uma dura rotina para poder sobreviver e perpetuar sua tradição. Eugênio Bernardo da Silva, nascido em Timbaúba e criado em Gravatá, entrou para o circo de maneira despretensiosa, quando um pano de roda (circo sem cobertura) chegou onde morava pr…