Montez Magno
Dono de uma obra rica e diversificada, este artista chega a sua maturidade com uma história cheia de experimentações e de forte consistência conceitual. Poeta com dez livros publicados, Montez Magno construiu sólida trajetória como artista plástico, linguagem que lhe permitiu explorardiversas técnicas. Em conversa com Felipe Mendes na sua casa e ateliê, Montez discorre sobre os caminhos estéticos da arte contemporânea e revisita um pouco da sua história e obra, assim como a exposição Montez Magno: 55 anos de arte, em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM.
O que surge primeiro: a imagem ou a palavra? Primeiro vem a palavra. Em 1950 eu começo a escrever poesia. A pintura só surge quatro anos depois. Eu fiquei trabalhando nessas duas linguagens, só que morei muito tempo fora daqui, em São Paulo, Madri, Milão, Veneza, no Rio de Janeiro, e esse tempo todo foi mais ocupado com as artes visuais do que com a poesia. Eu escrevia, mas menos do que quando estava aqui. Só depoi…
O que surge primeiro: a imagem ou a palavra? Primeiro vem a palavra. Em 1950 eu começo a escrever poesia. A pintura só surge quatro anos depois. Eu fiquei trabalhando nessas duas linguagens, só que morei muito tempo fora daqui, em São Paulo, Madri, Milão, Veneza, no Rio de Janeiro, e esse tempo todo foi mais ocupado com as artes visuais do que com a poesia. Eu escrevia, mas menos do que quando estava aqui. Só depoi…