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Montez Magno

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Dono de uma obra rica e diversificada, este artista chega a sua maturidade com uma história cheia de experimentações e de forte consistência conceitual. Poeta com dez livros publicados, Montez Magno construiu sólida trajetória como artista plástico, linguagem que lhe permitiu explorardiversas técnicas. Em conversa com Felipe Mendes na sua casa e ateliê, Montez discorre sobre os caminhos estéticos da arte contemporânea e revisita um pouco da sua história e obra, assim como a exposição Montez Magno: 55 anos de arte, em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM.
O que surge primeiro: a imagem ou a palavra? Primeiro vem a palavra. Em 1950 eu começo a escrever poesia. A pintura só surge quatro anos depois. Eu fiquei trabalhando nessas duas linguagens, só que morei muito tempo fora daqui, em São Paulo, Madri, Milão, Veneza, no Rio de Janeiro, e esse tempo todo foi mais ocupado com as artes visuais do que com a poesia. Eu escrevia, mas menos do que quando estava aqui. Só depoi…

Leda Alves

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Fotos: Raque Freitas
Em uma vida de quase 80 anos, Leda Alves dedicou boa parte às artes cênicas, à valorização da cultura popular e às lutas políticas pela democratização do País, pela liberdade de expressão, entre outras atividades que permanecem presentes até hoje no seu cotidiano. Desde o início, no Teatro Popular do Nordeste (TPN), no Teatro de Arena junto com o marido Hermilo Borba Filho, já falecido, até hoje, vem ocupando cargos importantes, como na Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), na presidência da Fundação de Cultura Cidade do Recife, no Teatro de Santa Isabel e atualmente como presidente da Editora CEPE. Em conversa com o repórter Anax Botelho, Leda, como prefere ser chamada, fala um pouco da sua história, da cultura e de como até hoje encara todos os desafios para que a arte e seus pensamentos políticos permaneçam.
O que os anos 1960 representaram, com o Teatro Popular do Nordeste, e o Teatro de Arena, na realidade política do País? Do po…

Ivonete Melo

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Por Joás Benedito Fotos Joás Benedito
Ao contrário do que muita gente pensa, ser ator/atriz não é nada fácil. O que antes era comparado a uma prática marginal passa a ser hoje uma atividade regulamentada por lei. Esqueça a ideia de que a cena pernambucana é limitada para estes profissionais. Quem garante isso é Ivonete Melo. Atriz, bailarina e presidente há 8 anos do Sindicato dos Artistas e Técnicos de Pernambuco, SATED. Em conversa com o repórter e fotógrafo Joás Benedito, ela fala um pouco de sua trajetória artística, sua profissão e suas conquistas. Os processos para se registrar profissionalmente e as oportunidades no mercado de trabalho,para quem tem criatividade e se dedica.
Quando você começou a se envolver com as artes cênicas? Eu comecei muito cedo, quando estudava ainda num colégio. Era um colégio modelo onde tinha todas as artes desde a música. Eu tocava em bandinha, eu fazia parte do balé e fazia parte do grêmio. Então, assim, eu comecei em um colégio em Afogados e lá tinha t…

Adriano Marcena

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DJ DOLORES

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